Fique com o seguro auto barato e que paga mesmo ao invés de cooperativa de seguro e proteção veicular

Em estados com grandes índices de furto e roubo de veículos o preço do seguro veicular disparou. Mas como muitos precisam de proteção para o bem (veículo) que muitas vezes é o mais valioso que possuem, surgiu uma série de “alternativas” para o seguro. Entre elas estão a cooperativa de seguro e a proteção veicular, vendidas como soluções “mágicas” mais que na verdade trazem altíssimo risco de não receber o valor contratado em caso de roubo ou furto. Mas não é preciso partir para essas “alternativas” pois existem seguros tradicionais que custam quase o mesmo que o seguro de cooperativa e que realmente pagam em caso de sinistro. É o que veremos a seguir.

Mas antes de ver qual o seguro mais barato e que paga mesmo em caso de sinistro vamos ver como funcionam um seguro veicular, uma cooperativa de seguro e a proteção veicular para você entender que as duas últimas opções são muito arriscadas e sem garantia nenhuma.

Como funciona o seguro veicular

Andar de carro ou moto tem riscos. Acidentes, danos, incêndios, roubos e furtos são os principais incidentes. O problema é que não sabemos se vamos ter alguns deles e quanto eles custarão para serem resolvidos.

Por isso, faz muito sentido pagar um valor certo hoje (seguro) para estar coberto caso aconteça algum incidente no futuro que pode custar muito mais. É claro, torcermos para não utilizar o seguro mais o simples fato de termos um já nos deixa muito mais tranquilos.

Na prática, quem contrata um seguro veicular (segurado) transfere o seu risco para uma empresa (seguradora) mediante o pagamento de uma certa quantia (o prêmio). Se acontecer algo a empresa indeniza o segurado conforme o que tiver sido contratado. Grosso modo, a seguradora lucra quando recebe mais prêmios do que paga em indenizações.

Como o risco continua existindo pois apenas foi transferido, a seguradora é obrigada legalmente a fazer complicados cálculos – chamado cálculos atuariais – para saber quanto deve manter disponível (provisões) para pagar possíveis indenizações.  Elas são fiscalizadas por uma autarquia federal chamada SUSEP (SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS) e só podem comercializar seguros se mantiverem o valor necessário para cobrir possíveis indenizações.  Caso a seguradora não tenha como assumir todo o risco (ter o dinheiro para pagar uma possível indenização) ela faz um “seguro” com outra seguradora chamado resseguro.

Além disso, a seguradora é obrigada a ter um capital mínimo de R$ 15.000.000,00 conforme a Resolução Nº 178, de 17 de Dezembro de 2007 da SUSEP.

Em resumo, a seguradora e os seguros que vendem cumprem determinações legais, são fiscalizados e, mais importante, são obrigados a ter dinheiro para cobrir possíveis indenizações. Se não tiverem todo esse dinheiro são obrigadas a fazer resseguro com outra seguradora. Tudo isso não existe na cooperativa de seguro e na proteção veicular

Outros detalhes do seguro veicular

Os seguros para carro e moto são formados pela cobertura básica e as adicionais/ não obrigatórias.

Cobertura básica

 A cobertura básica é aquela que cobre os principais incidentes que o veículo possa sofrer. Existem duas formas de contratá-la:

  1. Incêndio, roubo ou furto: cobre os danos decorrentes de incêndio como assegura indenização em caso de furto ou roubo;
  2. Compreensiva: inclui além da cobertura dos danos decorrentes de incêndio, roubo ou furto, cobertura para colisão.

Coberturas adicionais/ não obrigatórias

Em caso de acidente com o motorista ou os passageiros, é a cobertura por acidentes pessoais por passageiro (APP) que garante indenização para isso.  Não é uma cobertura obrigatória de ser contratada.

Em caso de danos a terceiros é a cobertura de danos a terceiros ou RCF-V (Responsabilidade Civil Facultativa Veicular) que cobre os danos materiais, corporais e/ ou morais causados a terceiros ou seus bens. Também não é uma cobertura básica de ser contratada.

Outras coberturas adicionais são:

  • Vidros: cobre a reposição ou reparo em caso de danos ao para-brisa, vidros laterais, traseiro, faróis, lanternas e retrovisores;
  • Equipamentos e Acessórios: cobre kit gás, aparelhos multimídia e equipamentos de adaptação para deficientes físicos, etc;
  • Assistência 24 horas: cobre reboque em caso de pane ou acidente, troca de pneu, chaveiro, ajuda em viagem, etc;
  • Carro Reserva: Caso o seguro seja acionado, é possível contar com um carro reserva durante período um limitado ou indeterminado de dias, conforme a opção contratada.

O importante a lembrar é que cada cobertura adicional ou não obrigatória irá encarecer o valor do seguro (prêmio) a ser pago…

A seguradora é obrigada a fazer cálculos atuariais para determinar o quanto deve manter em caixa para cobrir tanto a cobertura básica quanto as adicionais/ não obrigatórias.

Como funciona a cooperativa de seguro (ou associação seguro ou proteção veicular)

Se te dissermos que é possível contratar um “seguro” numa cooperativa de seguro com valor até quase 70% mais barato do que o de um seguro tradicional, você se interessaria? Provavelmente sim! O que talvez você não saiba (e a grande maioria que contrata…) são os riscos envolvidos.

Lembra-se dos complicados cálculos atuariais para saber quanto a seguradora deve manter em caixa para cobrir possíveis indenizações? Lembra-se da fiscalização da SUSEP? Pois bem, nada disso existe na cooperativa de seguro e cada uma trabalha como quer…

A ideia básica da cooperativa de seguro é dividir o custo do seguro do carro entre os cooperados (ou associados) sem “ter lucro”… Funciona assim:

  • o cooperado paga uma taxa de adesão (que varia de R$ 300 a R$ 500) e a mensalidade para custear a operação;
  • quando houver acidente ou roubo, nesse mês o valor desse sinistro será dividido entre os cooperados. Por isso, a mensalidade varia de preço. Segundo as cooperativas, um sinistro causará um aumento na parcela de, no máximo, 10%…

Como foi em Minas que surgiu a ideia da cooperativa de seguro, a maioria ainda está concentrada nesse estado. O início foi em Betim, em uma cooperativa que reunia caminhoneiros que não podiam pagar o valor do seguro tradicional. Hoje esse número subiu:  estimava-se que m 2017 haviam mais de 2 milhões de cooperados divididos entre 500 associações pelo país.

Segundo Renato Assis, advogado que representa a maioria desses grupos, as cooperativas não têm fins lucrativos e existem principalmente para atender os rejeitados pelas seguradoras. 

Outro fator que atrai proprietários de veículos para as cooperativas é que elas não fazem nenhuma análise de perfil. O preço da mensalidade é calculado apenas pelo valor da tabela FIPE.

Se tudo funcionasse exatamente assim, as seguradoras já não teriam mais clientes. No entanto, como muitos corretores de seguro já constataram, muitos clientes descontentes com as cooperativas acabam voltando para as seguradoras pois há muitos casos de:

  • Consertos mal feitos;
  • Demora no conserto;
  • Indenização sem respeitar o valor da tabela FIPE;
  • Falta de indenização!

Esses casos acontecem porque muitas delas não mantém recursos de reserva para cobrir as indenizações, como as seguradoras são obrigadas a fazer. Não há exigência dos cálculos atuarias e nem fiscalização sobre elas. Em um acidente de grandes proporções, que afete vários veículos cooperados, há um grande risco de um prejuízo generalizado.

É claro, como em todo setor, sempre há quem não haja de forma adequada. As cooperativas não são fiscalizadas preventivamente  pela Susep, já que não são seguradoras, mas são pelo Ministério Público que quase sempre só atua depois do problema já ter acontecido.

Mesmo assim, se você quiser correr o risco da cooperativa de seguro, tome certos cuidados básicos como:

  • Conferir antes reclamações junto ao Procon e Reclame Aqui;
  • Escolher cooperativas com mais tempo de mercado;
  • Só escolher cooperativas com, no mínimo 500 associados, pois há mais gente para dividir os prejuízos causados pelos sinistros.

A proteção veicular nada mais é do que um outro nome para o mesmo tipo de serviço prestado pela cooperativa de seguro ou associação seguro. O nome muda mais a ideia é a mesma e os riscos também.

O seguro mais barato e que paga mesmo – Suhai Seguradora

Pelo que expusemos acima você já deve ter percebido que o seguro é...muito mais seguro do que as cooperativas de seguro ou proteção veicular. Mas também costumam custar bem mais caro.

Um dos fatores que explica isso é que grande parte das pessoas contrata um seguro apenas para ter proteção em caso de furto ou roubo. Mas coberturas adicionais veem junto e encarecem o preço.

Uma seguradora decidiu retirar todas as coberturas adicionais, indenizar apena roubo e furto e pagar 95% do valor da tabela FIPE já que quase ninguém consegue vender seu carro ou moto por esse valor. O resultado: valor do seguro muito próximo aos das mensalidades de cooperativas de seguro e associações de proteção veicular. E mais seguro, que é o que importa. Essa empresa é a Suhai Seguradora.

Para mostrar isso, vamos dar um exemplo. O bem a ser segurado é uma moto BMW F800 GS, ano 2015, condutor de 43 anos, classe de bônus 4, no Rio de Janeiro. Compare os preços:

Descrição

Sul América

Suhai

Franquia

R$ 5.877,00

Não há

Danos corporais

R$ 30.000,00

Não há

Danos materiais

R$ 30.000,00

Não há

Assistência 24 horas

sim

Sim

Percentual Fipe

100%

95%

Custo

R$ 4.205,29 ou 6 de R$ 700,88

R$ 2.457,28 ou 6 de R$ 455,90

 

E a Suhai ainda pagou a instalação de um rastreador na moto, sem nenhum custo adicional.

Assim, caso você precise apenas de cobertura para roubo ou furto e reboque 24 horas procure fazer uma cotação de seguro auto com a Suhai. Você pode fazê-la com a Renata:

foto da Renata Paes Leme, corretora especializada em planos de saúde com quase 20 anos de experiência profissional
Contar com os serviços de um bom corretor – como a Renata – pode fazer toda a diferença em contratar um seguro auto bom e barato ou não
Contatos da Renata:
  Celular e WhatsApp: (21) 98414-9273
Clique para acessar o WhatsApp
E-mail: renatapaesleme.saude@hotmail.com  
Telefone: (21) 2101-8400 (Ramal 8458)

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